A inabilidade das políticas públicas em negligenciar os atendimentos aos doentes mentais brasileiros com muitas limitações, especialmente financeiras, está exposta no artigo assinado por Esperdião Ferreira.
A falta de interesse em acolher os doentes mentais com males que brotam da desigualdade social, pessoas que buscam nas drogas uma saída para amenizar as dores são fatores analisados pelo articulista.
Regimes de internamentos onde sobram descasos atingem tratamentos que deveriam apresentar, mas não apresentam, resultados satisfatórios a uma população com números relevantes no Brasil.
O quadro deficitário das políticas públicas resultante de um sistema inábil para assistir com competência os doentes mentais e os dependentes químicos brasileiros é o enfoque da matéria “Manicômio, tratamento e realidade”.

Com o propósito de chamar atenção para os fatores de risco do consumo elevado de bebidas alcóolicas, pesquisadores analisaram os dados referentes ao padrão de beber pesado no Brasil, de 2006 até 2018
Os brasileiros tiveram uma avaliação nada satisfatória. Durante esses anos não houve redução no padrão de consumo. Entre as mulheres houve um aumento em várias capitais brasileiras.
Esse é o viés da matéria da Juliana Valente “Apesar de esforços internacionais, o Brasil não avançou na redução do beber pesado”,

A matéria “Filhos, um trabalho que vale a pena” mostra os desafios dos pais para educar nos dias contemporâneos.
Everson Lopes da Silva, especialista em família e espiritualidade, apresenta a necessidade de orientação, valores e limites. Um filho sem noção de disciplina corre o risco de se tornar um fardo dobrado, garante o autor.
Os pais são guardiões dos filhos, não serviçais Pais são guias, não babás! –opina Everson, que é teólogo licenciado em filosofia.

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