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Salve a Si

ONG oferece tratamento gratuito para dependentes químicos no DF e Goiás.

Hoje são 130 acolhidos na Comunidade Terapêutica Salve a Si e mais de 7 mil dependentes já foram tratados desde sua fundação, em 2000. Há mais de dez anos a ONG Salve a Si, em Cidade Ocidental (GO), é referência de tratamento para famílias e dependentes químicos do Distrito Federal e todo o estado de Goiás. Com a oferta de tratamento gratuito, a Comunidade Terapêutica recebe mais de 500 acolhidos por ano, dependentes em álcool, crack e outras substâncias psicoativas.

O tratamento, vinculado à profissionalização e à reinserção do dependente químico, com o acompanhamento de assistente social e psicólogo, é reconhecido nacionalmente e já foi oferecido a mais de sete mil pessoas vindas de todas as partes do país.

Henrique França, 45 anos, fundador da ONG e conselheiro técnico da Federação Nacional de Comunidades Terapêuticas (FENACT), conselheiro do CONEN/DF, especialista em prevenção primária e secundária ao uso de drogas e gestor do terceiro setor há 12 anos, explica que além do tratamento na comunidade, existe um processo de reinserção social voltado exclusivamente às pessoas sem família. “Após seis meses na Comunidade Terapêutica, eles poderão receber moradia, curso e salário na instituição. É o projeto INTEGRARE, que funciona desde 2016”, explica.

Todos os sábados na L2 Sul, ocorrem as reuniões terapêuticas gratuitas para os familiares dos dependentes químicos em tratamento na ONG, com o auxílio de voluntários a Salve a Si criou há mais de 04 anos, o projeto BANHO DE AMOR, que consiste em ação social com mais de 100 voluntários, com: Alimentação nutritiva para até 1.000 pessoas, veiculo próprio com 4 chuveiros, roupas, cobertores, corte de cabelo, música ao vivo com agenda cultural anual fechada com vários artistas do DF, e muito diálogo nas cracolândias de Brasília. Sobre o trabalho incansável que realiza, o fundador da Salve a Si, Henrique França, que também já foi usuário de drogas, faz questão de pontuar:
O primoroso trabalho da Salve a Si só existe graças aos voluntários, verdadeiros expoentes do amor ao próximo, que produzem oacolhimento fraterno no intuito único de construir vínculo com a população em situação de rua para que eles peçam ajuda para adentrarem ao tratamento, por isso …

“ Somos pela vida e não pelas drogas! ”

Tratamento gratuito – A Salve a Si atualmente está com 130 acolhidos, com capacidade de atender até 140 homens, sempre maiores de 18 anos. Por oferecer um tratamento exclusivamente gratuito, a ONG sobrevive de doações de alimentos, em dinheiro – para custeio das despesas da instituição, assim como de doações de materiais de construção e até de mão de obra: profissionais de pintura ou voluntários para finalizar a construção de outros dormitórios para os residentes.

Superação

Brasiliense, o fundador da ONG Salve a Si, José Henrique França, 41 anos, é também um ex-dependente químico. De família estruturada, neto do ex-ministro do Tribunal de Contas do DF e ex-deputado federal, Manoel França Campos; a história de Ricky, como é mais conhecido, poderia virar roteiro de filme. Além de usuário de múltiplas substâncias, chegou a ser preso por tráfico de drogas em Paris. Há 12 anos superou o vício e hoje, pai de dois filhos, se dedica a tratar dependentes químicos na comunidade terapêutica, filantrópica, de assistência, acolhimento e desintoxicação.

SERVIÇOS

Para doações e conhecer mais sobre a ONG, acesse: www.salveasi.org.br
Contato: (61) 9 9997 – 5010 ou 9 8202 8916.

“Venceremos o COVID – 19 e sairemos com mais humanidade planetária.”

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