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A ênfase nas disparidades entre as pessoas pretas e brancas em relação aos serviços de saúde preventivos é revelada pelo Commonwealth Fund, por meio de um estudo de 2018.A autora, Luciana Lage, cita o racismo, o estigma no sistema público de saúde e de justiça penal como obstáculos que tolhem aos pretos chances de recuperação. Esclarece, também, que há mais pessoas com transtornos de dependência no sistema penal, o equivalente a 6 milhões, do que em tratamento, – cerca de 2,3 milhões. E acrescenta: as pessoas pretas são presas por violações de leis antidrogas em torno de seis vezes mais do que as pessoas brancas. A colunista, em seu artigo Recuperação, Racismo e Interseccionalidade revela que as informações citadas fazem parte da realidade da população dos Estados Unidos. Entretanto, a articulista enfatiza a analogia, em todos os sentidos, à realidade brasileira.

O artigo acerca do Acompanhante Terapêutico (AT), assinado pelo Psicólogo clínico André Luís Granjeiro, apresenta as propriedades das atividades desempenhadas, a preparação, a estruturação e o perfil psicológico desse profissional. A matéria “O AT como força no caminho que deve ser traçado pelo próprio paciente o autor ressalta que o AT é um profissional especializado, que pode ser supervisionado por psiquiatra e/ou psicólogo, e foca o desenvolvimento de habilidades sociais dos seus acompanhados. Uma luz em um caminho escuro. Assim é definido o Acompanhante Terapêutico, um profissional capaz de atender a pessoa em sofrimento psíquico com segurança e inteligência emocional, autoconsciência, autocontrole aliados à automotivação e empatia. Esse artigo faz parte do encerramento da minissérie de artigos sobre a profissão do (AT), elaborado e supervisionado juntamente com os alunos do Curso de AT em Dependência Química de Campinas, Danyelle Argemira Guimarães Fernandes, graduanda em Psicologia na UNIP Campinas – SP, juntamente com André Luís Granjeiro, idealizador do curso em Campinas – São Paulo.

A psiquiatra Alessandra Diehl chama a atenção para as taxas mais altas de transtornos por uso de substâncias entre indivíduos de minorias sexuais e a importância de projetar programas de tratamento que atinjam o público LGBTQIA+ que, por portarem maior vulnerabilidade, carecem de mecanismos específicos para fazer cair por terra barreiras de acesso a fim de ampliar os cuidados com essas pessoas. Segundo a Dra. Alessandra, o uso de substâncias entre indivíduos de minorias sexuais é um desafio aos profissionais da saúde. Os mercados do tabaco e do álcool conhecem bem o caminho para atingir esse público, uma vez que as estratégias de marketing visam diretamente os valores, atitudes e crenças dos desses consumidores. Dessa forma, a publicidade minuciosamente estudada reflete o aumento da iniciação e do consumo destes produtos. O marketing, com indefectível eficiência já “viralizou” conceitos de glamour, igualdade, empoderamento, liberdade e o respeito pela diferença ao público LGBTQIA+. No artigoO que está por trás do marketing de álcool e tabaco inclusivo para a diversidade sexual?a Dra. Alessandra descreve a estratégia de publicidade internacional, de cigarros eletrônicos, por exemplo, que visa atingir, com precisão, não só os indivíduos de minorias sexuais, mas o público jovem em sua totalidade.

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