PERCEPÇÃO DA RELAÇÃO FAMILIAR ENTRE FILHOS DEPENDENTES QUÍMICOS E SEUS PAIS

PARTE 3

DISCUSSÃO

Buscou-se recortes de cada classe como ilustração da percepção que os participantes apresentaram por meio da análise de conteúdo. Na classe 1, em vermelho as falas foram relacionadas sobre as drogas e como afetam a todos. Os participantes relataram seu sofrimento diante dos fatos contados, e suas ações após o início do uso. Esta classe, com maior evidência nos segmentos textuais, na questão do sofrimento percebe a vulnerabilidade familiar diante de uma situação desconhecida, o sentimento de desamparo e desamor. São questões que acontecem no antes e depois das drogas, evolvendo o seu histórico relacional.

O sofrimento não se baseia pelo simples ato de inserir a droga no seio familiar, compreendemos que este fenômeno veem muito antes do que a droga propriamente dita, pois o uso compulsivo se caracteriza para um alivio de um sofrimento, porém gerando um sofrimento ainda maior para o usuário e as pessoas ao seu redor. O suicídio e/ou a tentativa de suicídio vem também em busca deste alívio, com os usuários de drogas, esta tentativa vem para se livrar do sofrimento que a droga começou a causar. Podemos perceber este ciclo vicioso entre os entrevistados, sendo levantado esta questão por eles.

As autoras Barbiere e Emer (2009), dizem o quão importante é ter uma boa relação familiar, e o quanto isso fortalece na criação de seus filhos a saber lidar em situações de frustração e sofrimento. Mas dizem também que quando não se se tem isso, a família passa a ser também um sintoma de vulnerabilidade, levando para o caminho das drogas.

Família 1

Filha, 26 anos.

“Sempre me jogou para os lados. Uma hora era conselho tutelar porque eu fugia de casa outra delegacia quando deu aquele problema que eu falei que não queria ficar com eles porque tinha maus tratos eu fui pro conselho tutelar e lá eles nem foram me visitar, fui pro rio de janeiro pra casa do meu pai usei droga com meu pai já chegava no rio de janeiro minha mãe falou oh não quero ficar com ela está dando muito problema.”

“Eu não tivesse dinheiro eu me prostituia, eu ficava com um velho no bar, ia com o traficante porque eu ajudei ele, guardei muita droga na minha casa eu arrumava eu dava um jeito de arrumar, e tipo assim prato de comida a gente nunca vai arrumar alguém pra dá pra gente mas droga tinha vários, várias pessoas várias amizades que me dava droga ou que por alguma coisa em troca me dava droga então eu cheguei a um ponto a escrever carta de suicídio.”

Mãe, 54 anos.

“Ela nunca agiu de uma forma tranquila com a gente ela entrava sempre meio agitada mal entrava mal saia mal ficava em casa ela morava um tempo em casa e já inventava de sair e morar com uma pessoa.”

Família 2

Filha, 39 anos.

“Eu acho chato a minha relação familiar porque eu não estudo não vou para uma faculdade eu sei que não posso ir ai fico chateada né.”

Mãe, 54 anos.

“Ai eu não sei como fazer para mudar tudo isso.”

Família 3

Filho, 35 anos.

“Teve minha mãe em relação a polícia sobre a medida protetiva minha ex mulher também fez eu me dou bem com todo mundo mas quando eu uso me torno uma pessoa muito agressiva eu dou um gole na cachaça e pronto.”

Mãe, 72 anos.

“O meu erro foi bater muito com os três fui assim minha menina é um docinho o mais velho era peralta mas não muito e meu erro foi de não conversa com ele eu já chegava gritando e meu marido não.”

Nos próximos textos na Classe 2 em cinza, é possível encontrar falas que demonstram os ressentimentos na relação familiar e suas respostas não satisfatórias. Nas entrevistas, os familiares dos usuários de drogas trouxeram questões que foi possível observar neste cenário, o quanto a relação já vinha desde a infância frágil.

Ter pais extremamente cuidadores não é sinônimo de bom relacionamento, pois também tem negligenciado em alguma área (Bonini & Maia, 2019, pg 80). Contudo, pais também que não exercem talvez um mínimo de cuidado, tatuam a memória de seus filhos. Junior e Rosa (2017), falam o quanto é importante o cuidado e o diálogo familiar para a prevenção do uso das drogas na adolescência, mas não somente este assunto mas sim no

contexto geral envolvendo o mundo daquele adolescente e a cultura familiar. Toda essa questão é possível observa no discurso dos pais em comparação com os filhos.

Família 4

Filha, 31 anos.

“Na infância meu pai sempre foi muito presente mas na adolescência meio que eu que sumi não queria saber de pai nem de mãe hoje minha mãe e meu pai não se falam.”

Mãe, 52 anos.

“Convivia com a família adorava a família mas depois foi só com os amigos mesmo o pai quando a gente se separou ela tinha três anos e meio ele não foi presente.”

Família 5

Filho, 37 anos

“Na adolescência a relação com meus pais não vou lembrar a gente já não tinha muito contato ai quando fui morar na casa do meu vizinho ai que perdi o contato mesmo minha família é muito desgarrada de mais.”

Mãe, 67 anos.

“As minhas crianças tadinho era meio sofrido porque nessa parte de pai ai não era aquele pai que adora o filho não um lado parece que gosta no outro qualquer coisinha que faz já vem sabe.”

A classe 3 em verde, versa sobre o relacionamento familiar. É possível perceber que também pode estar relacionamento com a droga. Neste contexto familiar, as questões que os participantes trouxeram de acordo com algumas falas abaixo, foram de dificuldades de enfretamento no convívio familiar, sendo ele em vários cenários. Essas

dificuldades que se diz respeito a negligência e/ou sentimento de abandono por alguém da família lhe gerou sentimento, e por sua vez esse vínculo relacional com a droga, sendo uma substituição pela outra, que por mais que lhes traz perdas, mas só da droga está em seu bolso já está tudo bem. Somos seres faltosos, independentemente de qualquer que seja o modelo de criação, algo sempre irá nos faltar, e a busca incessante por este preenchimento da falta é o que nos move para o novo e talvez desconhecido, não justificando atitudes, mas sim muitos comportamentos inconscientes em busca desta falta que talvez nunca será preenchida.

O sistema relacional familiar é algo que queira sim, queira não, interfere diretamente nas representações sociais que o indivíduo vai criando no decorrer de sua história. Como já discutido nos subtópicos da introdução, esta relação dá-se início ao nascer, e assim tendo o seu desenrolar de acordo com cada família. Nas falas abaixo, podemos ver algumas contradições sobre o relacionamento familiar, talvez seja por não ter aceitado ainda a real condição familiar, como também podemos vê a confirmação do modelo daquela família numa verbalização comparada a outra.

Gomes e Pereira (2015), diz que os pais passam a viver a vida dos filhos quando se tem dependência química na família, desta forma tornando-se codependentes, mas também causa um afastamento familiar. Caldana e Pagoraro (2008), comentam sobre o sofrimento psíquico familiar, e dizem que é tão importante quanto acolher estes familiares e orienta-los para depois os mesmo poder ajudar seu ente querido que se encontra numa situação de risco nas drogas, pois a vulnerabilidade familiar já está instalada ali, e todos que fazem parte do núcleo da pessoa usuário de drogas, sugere-se que participem e/ou fazem acompanhamento para tal compreensão desta vulnerabilidade.

Família 6

Pai, 53 anos.

“O que será que eu fiz na outra vida para merecer isso e outra ele é esperto pra isso mas pra  dobrar  ludibriar   e   fazer   planos   para   o   que   é   errado   não   tem   melhor   se ele pensasse em fazer coisas boas planos bons ele seria bom na empresa porque como consegue fazer tantos planos ruins.”

Filho, 32 anos.

“Tem seus tropeços mas me dou muito bem com ele esses tropeços é discutir com o outro mãe pai irmão as vezes você quer uma coisa e eles não quer daquele jeito ai vai indo.”

Família 7

Filha, 18 anos.

“Mas antes não, antes não estava nem ai se eles brigava ou não, tem uma faze que eu sinto culpa remorso eu queria que mudasse minha família, minha família e meu casamento, meu pai perdoa minha mãe.”

Mãe, 41 anos.

“Ele sondava a filha tomando banho ele não tem consciência eu fico pensando tudo que a minha filha passou é culpa dele tudo o pai errado que eu escolhi para a minha vida.”

Família 8

Mãe,56 anos.

“O pai dele nunca deu um tapa nele o pai era tudo para eles antes das drogas era uma boa pessoa um coração muito bom tem muita dó dos outros depois das drogas se transformou.”

Filho, 31 anos.

“Então a convivência com a minha mãe sempre me dediquei era de um pai de família diverte tudo uma convivência bom mas quando eu me afundei nas drogas eu acabei me afastando deles a gente fica perdido mas temos um bom relacionamento.”

Nesta classificação fala sobre o contexto histórico de acordo com os segmentos textuais em azul na Classe 4, mostra como foram percebendo a sua doença e o seu desenrolar. O desenrolar de uma percepção veio através da internação, pois anterior a isso, acreditavam que tinha ainda o controle sobre si, não havia o reconhecimento de sua impotência. Este reconhecimento não é total, pois teve alguns que depois de tanto sofrimento e até mesmo tentativas de suicídio e agressividade com o próprio familiar, reconheceram está impotência, solicitando ajuda.

Mas somente a percepção sobre esta questão não basta para abandonar o que lhe faz mal (Brum et alt, 2013). Comenta também que a luta para se liberta das drogas, quando não inserem a família, de nada adianta. Pois a percepção dos malefícios da droga pode ser encarada como o primeiro passo para o início do processo de libertação, e assim compreendendo que a droga vem como consequência de um ambiente frágil, e que este filho apresentou o elo mais fraco deste contexto familiar, assim expondo a problemática familiar, ou seja, o bode expiatório da família, como sendo o “único” problema relacional familiar.

Família 9

Filho, 29 anos.

“Conheci através de uma amizade né a gente pensa que é bom mas não é comecei na maconha as vezes não tinha como fumar maconha e me deram mesclado comecei com quatorze anos.”

Mãe, 52 anos.

“Quando eu descobri ele já estava usando começou com dezessete anos ele estava na mais leve e foi para o crack com vinte e pouco anos quando ele perdeu controle ele estava com dezenove anos.”

Família 10

Mãe, 39 anos.

“A gente conversava com ele, e ele falava que não era um drogado que podia para quando quiser. Um menino dócil amável saia sempre junto com a gente ajudava a arrumar a casa depois das drogas eu não conheci o meu filho.”

Filho, 20 anos.

“E hoje meus últimos tempo em casa estava bem revoltado depois que passei para cocaína ai que a coisa pegou meus pais sempre tentou dar atenção carinho mas eu corria deles me afastava ficava só para rua.”

A classe 5 em roxo, demonstra uma independência, mas que ramifica para as classes 2 e 3, estão ligadas, sendo todas falando basicamente do mesmo assunto, relação familiar. Na classe 5, é possível observa algo diferente de todas, a vontade de mudança, a vontade de que tudo fique bem, a esperança, o apego a fé para passar por este momento. Aparece cerca de 21,4% em todo segmento textual. É possível perceber que este momento de felicidade não é algo idealizado, mas também se configura de acordo com as falas nos momentos de uso das substâncias, porém demonstra também que nem tudo foram flores.

O modelo reprodutor e compensatório está explícito em algumas falas também, as representações que esses responsáveis tiveram de seus pais, reproduziram em suas famílias, pensando que assim seria bom para eles também, porém demonstram que perceberam que não foi funcional está reprodução. A necessidade de trabalhar para

compensar o que não tiveram e achando que assim também estaria tudo certo, foi uma das questões que muitos pais trouxeram, dizendo que trabalhariam menos para ficar mais presente na vida dos filhos. As autoras Bonine e Maia (2019), dizem que é importante que os pais ressignifique-se suas próprias vivencias e sentimentos e assim não transmitir para os filhos.

Família 11

Filho, 43 anos.

“Eu vi que eu estava perdendo tudo que conquistei ai resolvi me tratar acho que a maior perca é o valor o caráter bem material conquista de novo.”

Mãe, 71 anos

“Eu penso que quero uma coisa melhor para ele né parar com essa bebida esse maldito cigarro eu sinto que eu queria que ele ficasse bem melhor sem beber nem fumar.”

Família 12

Pai, 53 anos

“Eu acho que hoje se eu voltasse lá atrás de novo eu observaria mais os meus filhos todos eles eu mudaria o ensinamento falaria com eles sobre o dinheiro caráter postura.”

Filho, 32 anos

“Meu pai é médium ele trabalha no centro espírita em santa rita em passa quatro e a entidade falou filho não existe vicio existe uma pessoa do seu lado te ponto a perder as coisas.”

“Hoje eu vejo que o jeito que eu estava agindo eu estava fazendo tudo errado tenho que aprender a escutar mais as pessoas o vício que peguei que eu peguei não que eu adquiri.”

Família 13

Mãe, 56 anos

“Da adolescência pra hoje não tem muita diferença eu acho que agora está pior eu sentia medo dela acredita a mãe ter medo da filha ela dominava eu.”

Filha, 32 anos.

“Eu fico muito triste com isso me gera muita tristeza angústia muito amor muito amor e compaixão meus pais eu tenho uma família espetacular não tenho o que falar deles.”

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O fenômeno da pesquisa sobre a relação familiar nos confirma o quanto a família interfere em nosso desenvolvimento desde a primeira infância até a faze adulta, o quanto isso fica marcado em nossos comportamentos ou nas representações mentais/sociais. Neste trabalho em particular por se tratar de adictos e sua relação familiar, emergiu relatos carregados por sofrimentos, vontade de voltar ao passado, como se possível fosse, e poder concertá-lo. Percebeu-se nos relatos dos participantes adictos que já são mães ou pais, a preocupação sobre o modelo que estão passando à eles e sobre o tipo de relação que estão construindo. Voltar ao passado e concertar tudo, é típico de relações em que sofreram frustrações. Voltar ao passado não necessariamente precisa ser temporal, pode ser atemporal, começando um diálogo familiar, uma escuta e compreensão de ambos os lados, e buscar o que podem juntos melhorar.

O objeto de estudo deste estudo centrou-se na questão do relacionamento familiar, no entanto, análise de conteúdo foi um tanto rica, extrapolando para outras áreas que ainda podem ser profundadas como, por exemplo, o abuso sexual na infância, e como isso a condicionou para a dependência química, como relatado nas entrevistas.

Os achados neste estudo confirmam o quanto o seio familiar, o relacionamento simbiótico, interfere no desenvolvimento de pessoas vulneráveis que tenderam na buscam por possíveis soluções para resolver suas angústias, mesmo que seja com uso de drogas. A relação simbiótica aponta para uma vida de dor e sofrimento, perceptível com base na análise de conteúdo como sendo uma herança de geração para geração.

A psicologia neste processo entra para entender quais os papeis dos pais neste contexto, pois a família em situação de vulnerabilidade ainda não está vivendo propriamente o risco, e os pais são os primeiros da fila para promover o porto seguro do seio familiar, e quando isso não é possível, a família passa a ser vulnerado, ou seja, vivendo próprio risco, na questão do uso de substancias psicoativas. Assim a psicologia vem com o papel de trabalhar o fortalecimento desses familiares, buscando juntos um sistema harmonioso.

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