Depressão e estresse estiveram associados ao aumento de consumo de álcool na pandemia de Covid-19
Quais os fatores sociais que acompanham a experiência de um indivíduo que podem ampliar seu consumo álcool?
E durante a pandemia, como é o perfil de quem é mais suscetível a consumir mais bebidas alcoólicas?
Rodrigo Garcia-Cerde apresenta em seu artigo “Depressão e estresse estiveram associados ao aumento de consumo de álcool na pandemia de Covid-19”

A conclusão do aumento no consumo de álcool durante o surto de COVID-19 entre 4.462 indivíduos divididos em dois grupos definidos como fatores “distais” e “proximais.

A matéria está fundamentada no estudo: “Covid-19 and you: Mental health in Australia now survey (COLLATE)”,

Aplicativos que ajudam a parar de fumar

“A recuperação não é um destino. É uma jornada.” Quem afirma é André Almeida que assina o artigo Aplicativos que ajudam a parar de fumar.

Numa linguagem direta e descontraída o autor revela a sua dificuldade em abandonar o cigarro. A falta de uma tecnologia de apoio na época, o obrigou a largar “ na marra”. Valeu o esforço, André conseguiu. Já se passaram 16 anos.

A tecnologia se aprimora numa brevidade impressionante. Atualmente quem tem que encarar o desafio de abandonar de vez o cigarro pode, felizmente, contar com o apoio de diferentes aplicativos criados estritamente para esse apoio.

André revela sua experiência, compartilha informações imprescindíveis a quem deseja se tornar ex – fumante e abrange as características dos aplicativos.

No artigo Insatisfação Corporal e Comportamentos Alimentares Inadequados são Preditores de Uso de Drogas, Mireille Almeida aponta o resultado da avaliação do Estudo da Universidade do Oeste da Inglaterra que pesquisou o comportamento de 4.318 adolescentes. 

O estudo aponta o efeito da insatisfação corporal aos 14 anos de idade e de comportamentos alimentares impróprios aos 16 anos, e no surgimento de comportamentos perigosos como automutilação, jogos de azar, uso de álcool em excesso, cigarro, maconha e outras drogas, aos 21 anos.

A autora comenta que curiosamente a insatisfação corporal antecede comportamentos distintos entre meninas e meninos.

A conclusão deste estudo apresenta a complexidade da visão dos adolescentes diante de sua aparência, de sua reação na frente do espelho.

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