Constante mudança é, e sempre foi, uma premissa diária da vida de cada um de nós, pois se existe algo de impermanente, é o nosso fluxo natural da existência.

Não existe, e nunca existiu um único momento igual em nossa vida, ou na vida do ser humano em geral. Desde a era das cavernas, aos tempos atuais, independente do momento digital em que nos encontramos, ou ao momento equivalente ao “Homo Neanderthalensis” em que estivemos, a habilidade de lidar com nosso próprio “eu”, refletiu a evolução e velocidade desse processo.

Independente da era, o tratar com o outro, impondo sobre terceiros a superioridade física e/ou intelectual, sempre foi mais fácil do que questionar-se e refletir sobre as próprias ações, relacionando-as com um impacto intrínseco, ou o significado em nossa própria vida.

O que tais atitudes representam no íntimo de nosso ser?

Que valores são estimulados para que eu me torne uma pessoa melhor?

No que minhas ações me tornam verdadeiramente protagonista de minha própria existência?

Em tese, o processo disruptivo que hoje atribuímos a modernidade sempre existiu dentro de cada pessoa, desde que focada na renovação de suas próprias atitudes – uma verdadeira revolução do seu ser, quanto a comportamento.

Pessoas que se questionam constantemente quanto a ser cada vez melhor, aprendendo com seus próprios erros, são a imagem predominante dos vencedores, e disruptivos.

Recentemente ouvi um “pitch” sobre aprendizado, e sobre “rir de seus próprios erros”, e isso me levou à conclusão de que havia ali um ambiente disruptivo, revolucionário, onde a etapa enfrentada, com sucesso ou não, teria trazido um “que” de aprendizado, onde o riso daquele processo representara o encontro de uma nova trajetória, e o pensamento do tipo: Como eu pude seguir aquele caminho, e não este?

Muitas vezes nos encontramos em verdadeiras encruzilhadas, e no processo de reflexão sobre o caminho a seguir, iniciamos a tomada de decisão colocando em terceiros, a responsabilidade que é nossa. Não por que somos maus, ou possuímos um caráter duvidoso, e queremos o mal de alguém, mas porque crescemos, em geral, focados no assistencialismo, e não no protagonismo.

A busca do protagonismo em nossas vidas é, por si só, um processo disruptivo de comportamento, e eu diria inclusive do verdadeiro sucesso em atingir a felicidade. Ter fé e determinação começa por ter fé em si mesmo, e cultuados numa sociedade onde o que importa é o que o outro pensa, e demonstra, eu esqueço de considerar o meu potencial intrínseco como ser humano.

Bem-vindo ao mundo onde precisamos cultivar relacionamentos disruptivos, pois certamente o aprendizado virá do novo que você encontrará, humildemente, na pessoa que estiver ao seu lado.

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