O objetivo desta primeira matéria é despertar e nas demais edições esclarecer e informar como surgiu e o que faz o profissional de acompanhamento Terapêutico (AT), além de auxiliar tanto o profissional da área, órgãos públicos, organizações, e principalmente o paciente e seus familiares, sendo assim uma prática que traz benefícios para a ressocialização e uma melhor busca de qualidade de vida.

Como profissional da área e atuando há alguns anos, irei contar em cada edição a grandeza deste trabalho importante e tão gratificante é ser AT, esclarecerei o papel que tem o profissional nos dias de hoje, em suas várias formas de atuação e principalmente na Dependência Química que é o foco desta revista.

Fico grato pelo convite do Sr. Daniel, para que eu possa mostrar um pouco deste trabalho do AT e sua importância na Dependência Química além de compor o quadro de colunista esta revista que já nasceu com sucesso devido ao perfil de cada profissional escolhido para informar, esclarecer, você leitor sobre cada assunto aqui preparado com muita competência e experiencias respaldadas em ciências e evidencias de cada profissional em diversos temas relacionados a Dependência Química. E o mais importante que irá auxiliar principalmente as pessoas e familiares que sofrem com este Transtorno por uso de substância (TUS).

Segundo Barretto, um dos autores que tem como referencial teórico a psicanálise winnicottiana e define de forma geral o papel de um AT.

“O acompanhamento terapêutico é um procedimento clínico que busca potencializar essa dimensão simbólica do cotidiano de um sujeito, auxiliando-o a recuperar ou estabelecer aspectos, objetos, ações que o constituam e que o ajudem a se inscrever de uma forma simbólica na realidade compartilhada” Barretto (1997, p. 263).

Portanto a História se deu a centenas de anos, na antiguidade grega e romana o chamado época da LOUCURA até a chegar na REFORMA PSIQUIATRICA (luta antimanicomial) onde realmente se começa a definir o papel do AT, Esta ultima se deu pelo meado dos anos 50 e 60 na Europa e EUA e assim mais tarde chegando ao BRASIL no final da década de 70. Nas próximas edições desta revista, irei descrevendo todo contexto do AT no mundo e Brasil.

  • contando sua história;
  • características principais;
  • definições do trabalho do AT;
  • a quem se destina esse trabalho (diagnósticos);
  • quem é o profissional que trabalha como acompanhante terapêutico;
  • modos de realização (diferentes abordagens);
  • fundamentação teórica.

Com tudo irei apresentar aqui casos no qual atuei e que foi um grande sucesso na recuperação do indivíduo irei demostrar a importância do AT que não trabalha isoladamente e sim em equipe, multidisciplinar e interdisciplinar.

Referências

Simões, C. H. D. A produção científica sobre o acompanhamento terapêutico no Brasil de 1960 a 2003: uma análise crítica. Dissertação de Mestrado, Universidade Estadual de Campinas, 2005.

Parceiros

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *